Morre Paulo Angioni, diretor de futebol do Fluminense, aos 80 anos
Dirigente lutava contra um câncer no pâncreas e teve uma carreira de mais de quatro décadas no futebol brasileiro

Paulo Angioni morreu na madrugada deste sábado, aos 80 anos, no Rio de Janeiro. Diretor executivo de futebol do Fluminense, ele lutava contra um câncer no pâncreas e estava internado desde o início de setembro.
Com mais de quatro décadas dedicadas ao futebol, Paulo Angioni foi considerado um dos pioneiros na profissionalização da função de diretor executivo no Brasil. A notícia foi divulgada pelo Fluminense em nota oficial.
Paulo Angioni construiu carreira em grandes clubes
Natural do Rio de Janeiro, o dirigente trabalhou em clubes como Palmeiras, Flamengo, Vasco, Bahia, Corinthians e Olaria. Também integrou a comissão da Seleção Brasileira como supervisor na Copa do Mundo de 1990.
Angioni se notabilizou pelo trabalho nos bastidores, especialmente na montagem e na reconstrução de elencos. Ao longo da carreira, ajudou a consolidar um modelo mais profissional de gestão no futebol brasileiro.
Relação com o Fluminense foi marcada por títulos
Torcedor declarado do Fluminense, Paulo Angioni teve quatro passagens pelo clube. A mais recente começou em 2018, período que coincidiu com uma fase de conquistas importantes para o Tricolor.
Leia também
Durante essa etapa, o clube venceu a Taça Rio de 2020, as Taças Guanabara de 2022, 2023 e 2026 e os Campeonatos Cariocas de 2022 e 2023. A equipe também conquistou a Conmebol Libertadores de 2023 e a Recopa Sul-Americana de 2024.
Em seu comunicado, o Fluminense ressaltou tanto a competência profissional quanto o lado humano do dirigente. O clube afirmou que a contribuição de Angioni para a formação de jovens e suas lições de vida permanecerão como legado.
CBF anuncia homenagem nos estádios
O presidente da Confederação Brasileira de Futebol, Samir Xaud, também lamentou a morte. Em nota, classificou Angioni como um pioneiro que trabalhou pela modernização do futebol e destacou sua ética e atenção às pessoas que formam o ambiente dos clubes.
A CBF informou que será respeitado um minuto de silêncio em todos os estádios do Brasil neste fim de semana. A homenagem reconhecerá a trajetória de um dos profissionais mais longevos da administração do futebol nacional.
Fonte: Gazeta Esportiva
Morre Paulo Angioni, diretor de futebol do Fluminense, aos 80 anos
Dirigente lutava contra um câncer no pâncreas e teve uma carreira de mais de quatro décadas no futebol brasileiro

Paulo Angioni morreu na madrugada deste sábado, aos 80 anos, no Rio de Janeiro. Diretor executivo de futebol do Fluminense, ele lutava contra um câncer no pâncreas e estava internado desde o início de setembro.
Com mais de quatro décadas dedicadas ao futebol, Paulo Angioni foi considerado um dos pioneiros na profissionalização da função de diretor executivo no Brasil. A notícia foi divulgada pelo Fluminense em nota oficial.
Paulo Angioni construiu carreira em grandes clubes
Natural do Rio de Janeiro, o dirigente trabalhou em clubes como Palmeiras, Flamengo, Vasco, Bahia, Corinthians e Olaria. Também integrou a comissão da Seleção Brasileira como supervisor na Copa do Mundo de 1990.
Angioni se notabilizou pelo trabalho nos bastidores, especialmente na montagem e na reconstrução de elencos. Ao longo da carreira, ajudou a consolidar um modelo mais profissional de gestão no futebol brasileiro.
Relação com o Fluminense foi marcada por títulos
Torcedor declarado do Fluminense, Paulo Angioni teve quatro passagens pelo clube. A mais recente começou em 2018, período que coincidiu com uma fase de conquistas importantes para o Tricolor.
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Durante essa etapa, o clube venceu a Taça Rio de 2020, as Taças Guanabara de 2022, 2023 e 2026 e os Campeonatos Cariocas de 2022 e 2023. A equipe também conquistou a Conmebol Libertadores de 2023 e a Recopa Sul-Americana de 2024.
Em seu comunicado, o Fluminense ressaltou tanto a competência profissional quanto o lado humano do dirigente. O clube afirmou que a contribuição de Angioni para a formação de jovens e suas lições de vida permanecerão como legado.
CBF anuncia homenagem nos estádios
O presidente da Confederação Brasileira de Futebol, Samir Xaud, também lamentou a morte. Em nota, classificou Angioni como um pioneiro que trabalhou pela modernização do futebol e destacou sua ética e atenção às pessoas que formam o ambiente dos clubes.
A CBF informou que será respeitado um minuto de silêncio em todos os estádios do Brasil neste fim de semana. A homenagem reconhecerá a trajetória de um dos profissionais mais longevos da administração do futebol nacional.
Fonte: Gazeta Esportiva
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