VAR é criticado por pênalti marcado para o Sunderland contra o Arsenal
Análise aponta que decisão de John Brooks deveria ter sido revertida após revisão das imagens

O VAR voltou a ser alvo de debate na Premier League após o pênalti marcado para o Sunderland no empate sem gols com o Arsenal. A análise publicada pela ESPN considerou que a decisão de campo foi equivocada e que a equipe de arbitragem de vídeo deveria ter recomendado uma revisão ao árbitro John Brooks.
VAR confirmou a penalidade no segundo tempo
O lance aconteceu aos 54 minutos, após uma cobrança de escanteio do Sunderland. Brooks entendeu que Ezri Konsa havia cometido falta em Dan Ballard dentro da área e apontou para a marca da cal. O VAR Stuart Attwell checou a jogada e confirmou a decisão.
De acordo com a comunicação do árbitro, Konsa estaria “sobre” Ballard, de costas para a bola e cometendo uma infração de retenção. A interpretação se encaixava na orientação de aumentar a atenção para contatos em jogadas de bola parada.
A revisão das imagens, porém, apresentou outra leitura. A análise indicou que o contato entre os defensores era normal e que foi Ballard quem puxou a camisa de Konsa com o braço esquerdo. O movimento teria feito o jogador do Arsenal girar e cair sobre o adversário.
Por essa interpretação, a infração deveria ter sido marcada contra o Sunderland, com tiro livre para o Arsenal, e não com pênalti. A ESPN classificou como falha a não intervenção de Attwell, já que a descrição feita por Brooks não correspondia ao que aparecia nos replays.
Leia também
Arsenal venceu mesmo com a controvérsia
Apesar da penalidade, o Arsenal conseguiu vencer o Sunderland por 2 a 0. David Raya defendeu a cobrança de Enzo Le Fée aos dez minutos do segundo tempo, mantendo o placar igual naquele momento.
Dois minutos depois, Bruno Guimarães marcou seu primeiro gol pelo clube e colocou o Arsenal em vantagem. Nos acréscimos, Bukayo Saka converteu outro pênalti e confirmou o resultado fora de casa.
Com a vitória, o Arsenal chegou a 12 pontos em quatro rodadas e manteve 100% de aproveitamento. A equipe aparece na liderança da Premier League, enquanto o Sunderland deixou o campo sem conseguir aproveitar a oportunidade criada na cobrança.
Debate envolve o novo limite para intervenções
A análise também relacionou o episódio ao chamado “limite alto” adotado pela Premier League para as interferências do VAR. A proposta é reduzir revisões e permitir intervenções apenas em erros claros e evidentes.
Para a avaliação técnica, esse princípio pode diminuir o tempo gasto com revisões, mas não deveria impedir a correção de uma falta clara dentro da área. O lance envolvendo Konsa e Ballard foi apontado como um caso em que a intervenção deveria ter acontecido.
O resultado final reduziu o impacto esportivo da decisão, já que o Arsenal venceu por dois gols de diferença. Ainda assim, a análise destacou que a discussão teria outra dimensão se o pênalti tivesse influenciado diretamente a perda de pontos pela equipe londrina.
Leia também: mais notícias sobre Premier League.
Fonte: ESPN Soccer
VAR é criticado por pênalti marcado para o Sunderland contra o Arsenal
Análise aponta que decisão de John Brooks deveria ter sido revertida após revisão das imagens

O VAR voltou a ser alvo de debate na Premier League após o pênalti marcado para o Sunderland no empate sem gols com o Arsenal. A análise publicada pela ESPN considerou que a decisão de campo foi equivocada e que a equipe de arbitragem de vídeo deveria ter recomendado uma revisão ao árbitro John Brooks.
VAR confirmou a penalidade no segundo tempo
O lance aconteceu aos 54 minutos, após uma cobrança de escanteio do Sunderland. Brooks entendeu que Ezri Konsa havia cometido falta em Dan Ballard dentro da área e apontou para a marca da cal. O VAR Stuart Attwell checou a jogada e confirmou a decisão.
De acordo com a comunicação do árbitro, Konsa estaria “sobre” Ballard, de costas para a bola e cometendo uma infração de retenção. A interpretação se encaixava na orientação de aumentar a atenção para contatos em jogadas de bola parada.
A revisão das imagens, porém, apresentou outra leitura. A análise indicou que o contato entre os defensores era normal e que foi Ballard quem puxou a camisa de Konsa com o braço esquerdo. O movimento teria feito o jogador do Arsenal girar e cair sobre o adversário.
Por essa interpretação, a infração deveria ter sido marcada contra o Sunderland, com tiro livre para o Arsenal, e não com pênalti. A ESPN classificou como falha a não intervenção de Attwell, já que a descrição feita por Brooks não correspondia ao que aparecia nos replays.
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Arsenal venceu mesmo com a controvérsia
Apesar da penalidade, o Arsenal conseguiu vencer o Sunderland por 2 a 0. David Raya defendeu a cobrança de Enzo Le Fée aos dez minutos do segundo tempo, mantendo o placar igual naquele momento.
Dois minutos depois, Bruno Guimarães marcou seu primeiro gol pelo clube e colocou o Arsenal em vantagem. Nos acréscimos, Bukayo Saka converteu outro pênalti e confirmou o resultado fora de casa.
Com a vitória, o Arsenal chegou a 12 pontos em quatro rodadas e manteve 100% de aproveitamento. A equipe aparece na liderança da Premier League, enquanto o Sunderland deixou o campo sem conseguir aproveitar a oportunidade criada na cobrança.
Debate envolve o novo limite para intervenções
A análise também relacionou o episódio ao chamado “limite alto” adotado pela Premier League para as interferências do VAR. A proposta é reduzir revisões e permitir intervenções apenas em erros claros e evidentes.
Para a avaliação técnica, esse princípio pode diminuir o tempo gasto com revisões, mas não deveria impedir a correção de uma falta clara dentro da área. O lance envolvendo Konsa e Ballard foi apontado como um caso em que a intervenção deveria ter acontecido.
O resultado final reduziu o impacto esportivo da decisão, já que o Arsenal venceu por dois gols de diferença. Ainda assim, a análise destacou que a discussão teria outra dimensão se o pênalti tivesse influenciado diretamente a perda de pontos pela equipe londrina.
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Fonte: ESPN Soccer
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